• Camilo Cristófaro

Câncer de mama



O câncer de mama é uma doença causada pelo crescimento desordenado de células da mama e o consequente desenvolvimento de um ou mais nódulos.


A doença pode evoluir de diferentes formas e se manifestar através de vários tipos de câncer, uns que crescem mais rápido e outros que podem crescer mais lentamente.


De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer, depois do câncer de pele, o câncer de mama é o tipo com maior incidência entre as mulheres no Brasil e no mundo.


Essa doença não tem causa única.

Os fatores que aumentam o risco para a doença são:

Sedentarismo e inatividade física;


Não ter tido filhos;


Casos de câncer de mama na família antes dos 50 anos, principalmente;

Obesidade e sobrepeso após a menopausa;


Primeira gravidez após os 30 anos;


Histórico familiar de câncer de ovário;

Exposição frequente a Raios-X;


Primeira menstruação antes dos 12 anos;


História familiar de câncer de mama em homens;

Consumo de bebidas alcoólicas;


Parar de menstruar após os 55 anos (menopausa);


Alteração genética (especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2);

Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente, por mais de cinco anos;


Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);


A presença de um ou mais fatores de risco não significa que a mulher terá a doença.


Considera-se amamentar o máximo de tempo possível um fator de proteção contra o câncer.


A exposição a determinadas substâncias como agrotóxicos, benzeno, campos magnéticos, campos eletromagnéticos de baixa frequência, compostos orgânicos voláteis, hormônios e dioxinas podem estar associados ao desenvolvimento da doença.


Cabeleireiros, operadores de rádio e telefone, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, comissórios de bordo, trabalhadores noturnos apresentam risco maior de desenvolver câncer de mama.


Hábitos saudáveis podem evitar o surgimento do câncer de mama: prática de atividades físicas, boa alimentação, peso corporal adequado, amamentação, evitar o uso de hormônios sintéticos (anticoncepcionais e reposição hormonal) e o consumo de bebidas alcoólicas.


Além do exame clínico, exames de imagem como a mamografia rastreiam e investigam as lesões suspeitas na mama e pode ajudar a reduzir a mortalidade.


Detectar o câncer no início permite um tratamento precoce e menos agressivo.


O Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rastreamento seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos.


O SUS oferece exame de mamografia para todas as idades de acordo com indicação médica.


Um nódulo deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama.

Ultrassonografia e ressonância magnética também podem ser recomendadas a pedido médico.


A confirmação diagnóstica é feita através de biopsia, técnica que consiste na extração de um fragmento do nódulo com o auxílio de uma agulha.


Na maioria dos casos, o câncer de mama pode ser percebido através dos seguintes sinais:

- Nódulo (caroço) fixo e geralmente indolor, presente em 90% os casos, é a principal manifestação da doença e é percebido pela própria mulher.

- Pele de mama avermelhada, retraída ou com aspecto de casca de laranja.

- Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço.

- Saída de líquido anormal pelos mamilos.

- Alterações no mamilo.


As mulheres devem observar e realizar o autoexame em suas mamas e, em caso de verificação de alterações, recomenda-se procurar um médico mastologista imediatamente.


O tratamento depende da fase (estadiamento) em que a doença se encontra, do tipo e características biológicas do tumor e das condições da paciente. Atualmente, existem várias terapias e tratamentos disponíveis.


Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento apresenta maior potencial de cura. No caso de a doença se espalhar para outros órgãos (metástase), o tratamento busca prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente.


Nas fases iniciais, a conduta habitual é a cirurgia de retirada do tumor (conservadora) ou retirada da mama parcial ou total (mastectomia).


Após a cirurgia, pode ser indicado o tratamento complementar com radioterapia ou a reconstrução mamária para minimizar os danos físicos e emocionais causados pela retirada da mama.

O tratamento é dividido em:

- tratamento local, cirurgia e radioterapia, e

- tratamento sistêmico: quimioterapia, hormonoterapia e terapia biológica.


Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

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