Indústria das Multas

Em sua luta contra a indústria das multas, Camilo Cristófaro acabou com 120 radares camuflados em caixas de aço que faziam rodízio por 240 pontos pela cidade de São Paulo.

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Lutou por mudanças no radar que mais multava no Brasil: o da alça da 'Ponte das Bandeiras', cuja placa com a sinalização de restrição da via encontrava-se instalada irregularmente em local posterior ao equipamento e sem a visualização dos motoristas.

A conquista da nova sinalização, instalada em 2019, promoveu a diminuição de 56% das multas.

Destinou emendas parlamentares para sinalizar a Rodovia dos Imigrantes no trecho sentido litoral/capital, próximo ao Viaduto Matheus Torloni, onde foram instaladas sinalizações verticais (quatro grandes placas com as de 100km/h, 90km/h, 80km/h e 70km/h) e horizontais (quatro sonorizadores no solo), deixando claro aos motoristas as velocidades máximas permitidas na via.

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Lutei e conquistei a transferência das ciclofaixas instaladas na frente das lojas da Avenida Duque de Caxias para o canteiro central e a via ganhou Zona Azul.

 

Sou autor da Lei das Tomadas Elétricas nº 17.336 (30/03/2020) que obriga os edifícios residenciais e comerciais da cidade de São Paulo a instalar tomadas para recarga de veículos elétricos com medição individualizada.

Conseguiu extinguir os radares que aferiam velocidade média entre dois pontos e ainda os oito radares instalados na base do Viaduto Amaral Gurgel, que autuava motoristas no sentido Leste/Oeste em direção ao Minhocão.
Graças à sua luta, as autuações registradas por radares em corredores de ônibus (que autuavam conversões à direita) foram extintas.

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